sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

TESTEMUNHO DO EX-ALUNO JOSÉ RITA VIANA

O meu nome é José Rita Viana, e é com uma enorme satisfação e orgulho que recordo ter sido um dos primeiros alunos da E.P.O.
No meu caso pessoal, recordo que por volta de 1991 estava no ensino secundário, e não me identificava com as áreas que teria de escolher, tive então o conhecimento da existência E.P.O., acabando por decidir ingressar num curso profissional, pois permitia a conclusão do 12º ano e simultaneamente poderia preparar-me profissionalmente numa área que já na altura sentia algum interesse.
Fiz então a matricula no curso de Hotelaria (Recepção-Atendimento), e que viria mais tarde corresponder ás expectativas que trazia em relação ao mesmo.
Recordo que na altura e sendo uma escola nova, esta não dispunha de muitos recursos, mas lembro-me do enorme esforço em adaptar as aulas o mais próximo de uma realidade que se pretendia, como a medida que foi tomada de adquirir um balcão de recepção, tentando de alguma forma adequar a teoria á prática, revelando mais tarde a importância da mesma pois com a realização dos estágios profissionais, íriamos ter com certeza menores dificuldades, ficando sem duvida mais bem preparados.

TESTEMUNHO DA EX-ALUNO HENRIQUE RUAS

Henrique Ruas - 34 anos, Director Operacional na Frupor

Entrei para a EPO em 1990. Pois é, fiz parte dos (salvo erro) 75 alunos que abriram as portas desta escola. Estava eu preparado para ir para outra escola e não nesta, quando para meu espanto a minha madrinha sabendo que eu me interessava por computadores, me matriculou no curso de Técnico de Informática de Gestão. Logo de inicio, reconheço ter franzido um pouco o nariz com a surpresa, hoje, agradeço e digo convictamente que foi um passo decisivo na minha vida.
Ainda nos meus verdes 14 anos de idade vi-me numa escola nova, com tudo ainda muito alinhavado e ajustes e adaptações para se fazer. Tendo em conta a situação e o número tanto de alunos como de funcionários da escola, era vivido um ambiente “lectivo muito familiar”. Fortes laços foram criados num círculo misto de alunos, professores e auxiliares. Arrisco-me a dizer que estes laços foram e são ainda hoje bem visíveis entre nós.

TESTEMUNHO DA EX-ALUNA RAQUEL VIEIRA

Raquel Vieira, técnica de secretariado, Algarve

"Frequentei a E.P.O., no Curso Técnico de Secretariado, nos anos lectivos de 2000 a 2003, e do que realmente me recordo é do bom ambiente vivido entre alunos, professores e funcionários. Não obstante o facto, de que foi através da Escola que obtive uma boa perspectiva de futuro e entrei no mundo do trabalho. Deste modo, encorajo os actuais alunos da E.P.O. porque mais tarde serão esses anos passados na Escola que ditarão o seu sucesso.
Raquel Vieira"

Beijinhos.

TESTEMUNHO DA EX-ALUNA CLÁUDIA ANTÓNIO

Cláudia António, Controladora Aérea, Açores.

Quanto à EPO, tomei conhecimento da sua existência quando frequentava
o secundário na Escola Secundária de Odemira. Penso que terei
ingressado na escola em 1993 para frequentar o curso de Hotelaria,
Recepção e Atendimento. Na altura optei por ir para a EPO porque, ao
terminar o 9.º ano, ainda não tinha a certeza se iria ter
possibilidade de prosseguir os estudos a nível superior e, assim,
tinha a possibilidade de terminar o secundário e, simultâneamente,
fazer um curso profissional de nível III.
As principais recordações que guardo estão relacionadas com os colegas
de turma e os professores, alguns dos quais primavam pela grande
proximidade que mantinham com os alunos, o que tornava o ambiente
bastante informal e afável.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

PENSAMENTOS SOBRE EDUCAÇÃO

“Se metade do orçamento dos gastos militares e guerras no mundo fosse investido em educação , os generais poderiam ser transformados em jardineiros , os policias em poetas e os psiquiatras em músicos. A violência , a fome , o medo , o terrorismo , os problemas emocionais estariam somente nas páginas dos dicionários e não nas paginas das nossas vidas. Pense nisto...“ A. Cury

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

TESTEMUNHO DA EX-ALUNO NUNO DUARTE

Foi no Verão de 1990 quando me ia matricular no 10º ano que soube da existência do projecto Escola Profissional de Odemira. Em grupo com os amigos do 9º ano inscrevemo-nos na EPO. Sinceramente não tinha grande esperança de vir a frequentar a escola. Mas no final fui um dos escolhidos para o curso Técnico de Informática de Gestão, a minha primeira escolha. Porquê? Nunca tinha tido um computador, nunca tinha sequer ligado um computador! Na altura pareceu-me uma boa ideia avançar para o desconhecido. Uma área nova, uma escola nova…

Recordo-me das nossas primeiras instalações, provisórias (durante anos), no “Armazém do Miranda”, três salas de aula e um laboratório de informática, cheio de “Victor Carry II”, máquinas topo de gama com perto de 20 Mbytes de disco e uns estonteantes 1024 Kbytes de memória, ali aprendi as primeiras linhas de código.

TESTEMUNHO DA EX-ALUNO HELDER PENTEADO

O primeiro contacto com a Escola Profissional foi no verão de 1990, altura em que foram seleccionados alunos do 9º ano e do ensino secundário para ingresso ao ensino profissional. Foi nesse mesmo ano, no mês de Outubro, que começaram a actividades curriculares (no meu caso no curso de Técnico de Informática de Gestão).
Actividades frequentadas, sempre e pela grande maioria, com respeito pela instituição, pelos professores e restante pessoal (que muito me ajudaram a crescer como pessoa e profissionalmente) e, com a perspectiva de uma maior facilidade de acesso ao mercado de trabalho.
Não só a excelência, mas também a essência da formação transmitida, traduziram-se na oportunidade de alguns virem a pertencer ao quadro de pessoal da Escola (uma experiência muito gratificante que jamais esquecerei).

TESTEMUNHO DA EX-ALUNA ANABELA LUCAS

Anabela Palma Lucas
37 anos
Natural de Castro Verde
Licenciada em Gestão de Empresas
Funcionária dos CTT

Foi no Verão de 90, fiquei sabendo através de um familiar, que a EPO iria abrir em Setembro, avançaria com três cursos. Como não pretendia fazer mais que o 12º ano e depois queria integrar-me no mercado de trabalho, achei que ficaria melhor preparada tirando o 12º ano nessa Escola.

TESTEMUNHO DA EX-ALUNO CÉSAR RAMOS

A minha passagem pele EPO

Conheci a EPO através do professor Fernando Silva, quando ele veio apresentar os novos cursos para o ano seguinte à minha escola quando estava a terminar o 9º ano em 2006.
Nesse mesmo ano entrei para a EPO, para o curso de Restauração e nele tive duas opções. Optei pela parte de cozinha.
Aprendi muito durante os meus três anos de curso, e o que eu nunca vou esquecer, é o facto de ter aprendido a lutar pelos meus objetivos sem nunca desistir do que realmente quero.
Na parte da prática tive uma experiencia muito positiva, quando estive a colaborar no restaurante que a EPO montou na Ovibeja, foi ai que realmente vi que gostava de cozinha.

TESTEMUNHO DA EX-ALUNA DINA SILVA

Vinte anos de EPO! Já? Foi a minha reacção ao saber da comemoração. Parece que foi ontem que entrei na Escola Profissional de Odemira. Já lá vão dezassete anos!
Decorria o ano de 1993. Havia concluído o nono ano no Colégio Nossa Senhora da Graça em Vila Nova de Milfontes e as opções para prosseguir estudos não eram muitas. O Colégio iria estrear o Ensino Secundário no ano lectivo seguinte, sem certeza de abertura de alguns agrupamentos, nomeadamente o de Economia, que era o que pretendia. As alternativas impunham-se: Escola Secundária de Odemira ou Escola Profissional de Odemira.
De início rejeitei a ideia de ir para uma Escola Profissional. A minha ambição sempre foi a de tirar um curso universitário, pelo que não via nesta escola o melhor meio para alcançar os meus objectivos. Foi então que uma pessoa amiga (a minha professora do primeiro ciclo!) me falou da Escola Profissional como uma alternativa viável, que não impedia o prosseguimento de estudos universitários.

TESTEMUNHO DO EX-ALUNO OTILIO CASTANHO

Decorria o ano de 1993. Os Nirvana eram o símbolo máximo da adolescência, da rebeldia e da evolução musical...

Com 15 anos e depois de trabalhar alguns dias nas obras (nas férias de verão) apenas tinha uma certeza, não era aquilo que queria fazer. Continuar a estudar era sem dúvida a melhor opção.

Escolher entre a Escola Secundária e a Profissional não foi muito difícil, porque na altura falava-se que na EPO ficávamos com o 12º ano e com uma profissão, podendo ainda continuar os estudos. Inscrevi-me então em Construção Civil. Devido ao número de alunos e à organização das turmas, fui colocado em Artes gráficas, a minha 2ª opção.

Hoje em dia acho que o curso não podia ser mais indicado. Trabalho na gráfica da Fundação Odemira, como designer gráfico, e gosto muito do que faço. Cada trabalho gráfico que componho é como se pintasse um quadro.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

TESTEMUNHO DA EX-ALUNA HELENA MARTINS

 

" UMA FAMÍLIA"

Foi em 2001 que conheci a EPO…

Já tinha amigos a frequentar a escola mas foi nesse ano que (terminar o 9ºano) decidi que iria entrar e frequentar o Curso Técnico Contabilidade 2001-2004.

A passagem pela EPO foi o melhor que poderia ter acontecido, e os melhores 3 anos de escola que tive, pois ganhei grandes amigos de várias zonas do Concelho, e não só, que hoje ainda duram.

TESTEMUNHO DA EX-ALUNA ANDREIA GUERREIRO

Quando somos adolescentes e existem ao nosso redor várias opções para prosseguirmos os nossos estudos a escolha nunca é fácil e pacifica… Continuar na Escola Secundária, ou mudar para o Ensino Profissional? Foi essa a questão que me atormentou durante algumas semanas... As minhas amigas da altura iam continuar no ensino público… mas por outro lado, o ensino profissional além da vertente escolar tinha também a vertente profissional, mais vantajoso a longo prazo, pois ia aprender uma profissão! Assim, em Setembro de 1996, depois de realizar os testes psicotécnicos, ingressei no Curso de Técnicas de Animação/Informação Turística da EPO.